quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Um grito no Silêncio.


Em um dia qualquer o grito silenciou
na boca do falante sem nome.
O som que saia ardente de sua garganta
tomou um rumo contrario.

Seus pensamentos estavam guardados
em uma caixa muito pequena
e judiada pelo tempo.

Seu espírito encontrava-se fraco
com seu próprio desequilíbrio.

Mas não era o fim.

Pobre homem,
vivia acreditando no impossível...
Mas ele não sabia,
ele realmente não conseguia compreender...

E seguia acreditando
que apenas uma chave
seria o suficiente
para abrir diversos caminhos.
Débora Pires

2 comentários:

  1. Esse grito no silencio vai ser sempre uma constante enquanto não acharmos essa tal chave(risos) Beijo!

    ResponderExcluir
  2. Amei esse texto, vou dar um BT (bloguitei), pode? =D amei...

    ResponderExcluir